
O arranjo florestal é um dos pilares de sustentação da economia do Espírito Santo. Cerca de 80% dos produtores rurais capixabas tem fazendas de até 50 hectares. A madeira, nas mais variadas formas, está presente na vida das pessoas de forma insubstituível. Prova disso, é que o mercado florestal movimenta aproximadamente 4% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional e 12% do PIB estadual, contribuindo com a geração de dois milhões de empregos diretos e indiretos.
Dada a importância da matéria-prima como fator fundamental em diferentes processos produtivos, o Estado esbanja potencial e competitividade sobre os diversos segmentos que compõem o arranjo florestal, são eles: siderurgia, celulose, construção civil, caixotaria, movelaria, acomodação de carga naval e transporte – responsável pelo maquinário e transporte de toda cadeia produtiva da madeira.
Portanto, pensar em arranjo florestal é pensar em toda atividade relacionada à extração de madeira para alimentar as mais variadas indústrias. Também conhecido como Setor Moveleiro Ampliado, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é formado pelos seguintes segmentos:
• Silvicultura, exploração florestal e serviços relacionados
• Fabricação de celulose e outras pastas para a fabricação de papel
• Fabricação de artigos do mobiliário
• Fabricação de produtos de madeira
• Fabricação de produtos de madeira, cortiça e material trançado (exclusivo de móveis)
• Fabricação de celulose, papel e produtos de papel.